Prazeres de uma noite qualquer
Tomo café forte duas e pouco para não cair
O longo silvo do guarda lá fora me finge segurança noite a dentro
Meu novo jazz é pesado para a velha vizinha
Pequenas gotas frias da chuva passam pelas frestas finas da janela
Corrompem a espessa fumaça do meu fumo
Comida leve, o tempo é melancólico e longo
Levanta ainda mais, a carne é fraca e eu procuro calor
Curta vida em sépia, ironicamente prazerosa
O longo silvo do guarda lá fora me finge segurança noite a dentro
Meu novo jazz é pesado para a velha vizinha
Pequenas gotas frias da chuva passam pelas frestas finas da janela
Corrompem a espessa fumaça do meu fumo
Comida leve, o tempo é melancólico e longo
Levanta ainda mais, a carne é fraca e eu procuro calor
Curta vida em sépia, ironicamente prazerosa


2 Comments:
woooooooooow
mini-crônica!! do caralho!!! =P
dá uma olhada lá no meu emídiowwwwww!!!!! =P
falow cara,parabéns!
acho q pensaste q eu nunca mais ia entarar aqui,mas nunca mais esqueci o caminho desse blog e ñ só por causa d um texto e sim por todos!!
esse está mt bom..sabe, deves ter um livrinho muito bem organizado na tua mente e q d vz em qndo se abre e nos dá d presente esses versos ou prosas d incriveis sintonias (viu,,to até me empolgando). eehehehhehe
um grand bjo emidio e parabéns!
Post a Comment
<< Home